Chegamos ao último post da série, 1 mês todinho de mega hair e durante todo esse período cuidei da juba sozinha sem botar minhas patinhas no salão. E geente, como passou rápido! Pensei então, nesse encerramento, contar pra vocês minhas maiores impressões da experiência.

Como vocês devem imaginar, porque já falei várias vezes, foi uma grata surpresa. Não doi, não incomoda e ainda por cima amei me ver cabeluda – coisa que realmente não esperava.

Apesar de toda a adaptação que teve que rolar pra me acostumar com uma juba gigante de uma hora pra outra, achei tudo bem fácil: lavar, secar, modelar, ajeitar pro dia a dia. A única coisa que tem que ficar sempre atenta é pras “costuras” do mega não ficarem aparentes. Na hora de prender, tem que sempre rolar uma boa olhada ao redor de toda a cabeça e cobrir com o cabelo natural as emendas que podem aparecer aqui e ali.

Também achei uma alternativa interessante não só pra acrescentar comprimento, mas também volume. Pra quem não se ajeita super com o maquinário (secador, babyliss e seus amigos) ou mesmo não tem paciência pra ficar um tempo na frente do espelho, pode ser uma boa opção usar um que não seja tão longo só pra dar aquela enchida mara na juba.

Pra quem fica meio assim assim de ficar 24h com o mega na cabeça, as meninas do salão também fazem as versões com presilhas (tipo tic-tac) pra colocar e tirar quando achar conveniente. Aí eu que não tenho paciência pra esse babado, preferi ficar com ele direto na cabeça, achei mais prático.

Depois de 1 mês é que tô percebendo a necessidade da manutenção: o cabelo cresceu, e o mega já não está mais tão na raíz do cabelo, deixando ele mais frouxo e aparecido (meu cabelo, apesar de fragilizado, ainda cresce muito rápido!). Também tem a questão dos meus branquinhos que começaram a dar o ar da graça e estão berrando por uma tinta que me devolva pelo menos uns 5 anos de jovialidade. E isso é impossível de fazer sem precisar remover o aplique.

Pra concluir, foi uma experiência super bacana, divertida, inusitada e uma prova do “nunca diga nunca”, porque tô hiper apegada, acostumada a me ver cabeluda e completamente encantada com os elogios e possibilidades de penteados com o cabelo novo – não consegui fazer fotos porque peguei uma gripe danada de chata e ninguém é obrigado a me ver com cara de doente aqui no blog, né? Grata pela compreensão, hahaha.

Pra quem quiser continuar acompanhando minha vida cabeluda, pode me seguir no Instagram (@josanemuriel) e caso queiram esclarecer alguma dúvida diretamente comigo, é só mandar direct que sou queridinha e respondo todo mundo, tá? <3

Quero deixar aqui registrado meu super obrigada às minhas queridas fofuras do salão, a Gisele, a Leila e a Regina, porque não sei se vocês lembram, mas o papo todo começou diante de uma necessidade particular minha, que elas me aconselharam e eu duvidei (juro que nunca mais duvido, migas! kkkk). São amigas e profissionais assim que a gente tem que ter do nosso lado: que estão sempre atentas a tudo que a gente conta, pede e mais importante: apresentam aquilo que a gente nem sabia que precisava!

E agora sigo eu pela vida, feliz e cabeluda, doida pra viver mais uma experiência bacana pra dividir aqui no blog do Leila & Gisele. Até a próxima!

 

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