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Sabe aquele ditado, que diz que “a língua é o chicote da alma”? Pois então, tenho levado uma surra nos últimos dias com esse assunto de mega hair, kkkkk.

Vou falar hoje pra vocês como funciona pra colocar, porque vamos combinar: não parece demorado? E trabalhoso? E dolorido? Pois é, não é nenhuma das 3 coisas. Em 2 idas no salão, em menos de 2h, tá tudo finalizado e sacramentado.

No primeiro dia, tiraram as medidas da minha cabeça e foi onde foi decidida a quantidade de cabelo que seria aplicada. Pro resultado que a gente queria, decidimos colocar 3 telas: uma mais ou menos na altura da nuca, outra na metade da cabeça e outra mais larga, perto do topo, que seria posicionada mais ou menos na altura da franja, e abrangeria toda a circunferência.

Depois de alguns testes, localizamos o tipo de cabelo ideal pro aplique – por sorte, as meninas já tinham no seu estoque -, e em seguida a Regina tirou várias fotos do meu cabelo e me contou o que seria feito a seguir. Ela iria juntar uma quantidade maior daquele cabelo que tinha testado na minha cabeça, e enviar para uma costureira (!!!) que juntaria tudo numa base de tecido. E assim que recebesse esse material, ela iria tingir com uma cor igualzinha ao meu atual, pra que o resultado ficasse o mais natural possível.

Marcamos meu retorno pra dali uns dias, que seria quando os apliques seriam colocados. Cheguei ansiosa e preparada pra um chá de cadeira de salão, e também pra passar um bocado de dor – afinal, pregar esse negócio na cabeça devia doer pacas, né?

Primeiro, a Regina lavou meu cabelo e escovou beeem, pra que ficasse bem liso e facilitasse a aplicação do mega. Em seguida, começou a colocar na minha cabeça. Funciona mais ou menos assim: com uma agulha parecida com a de crochê, ela foi costurando o mega na minha cabeça usando como linha mechas do meu cabelo natural. Quando soube, fiquei impressionada, porque a dor era zero – e todo mundo sabe que minha cabeça é mega sensível, até pra fazer penteado sempre rola um chororô básico.

Depois de finalizar a colocação do mega e soltar meu cabelo natural por cima, a Regina tirou uma foto que na hora fizemos de brincadeira, mas vou mostrar pra vocês, pra terem uma noção da diferença de comprimento, dá uma olhada:

b2_leila_e_gisele

Na foto da direita, o resultado com o aplique ainda sem nenhum corte – repara que ainda são visíveis as pontas do meu cabelo natural.

Sim, porque acha que é colocar na cabeça e sair andando? Nada disso! Agora é hora da tesoura entrar em ação! Tanto pra dar forma ao aplique, quanto para encaixar perfeitamente o cabelo natural no artificial, para que a diferença fique imperceptível. E a Leila chegou sem dó nem piedade: tesourou, repicou, desfiou, juntou mil técnicas ao mesmo tempo pra encaixar um cabelo que era desafiador: afinal, meu cabelo tinha a base reta, e como a ideia é que eu iria tirar em pouco tempo, não poderíamos alterar o corte.

E como vocês sabem, a mocinha é mágica, e em 1h30, meu antes e depois era esse: b_a_leila_e_gisele

Siim, 1h30, apenas. Fiquei chocada com a rapidez e a total falta de dor do processo.

A partir dali, começou a farra: fotos nas redes sociais e encontro com os amigos pra mostrar a novidade. A reação foi a melhor possível: todo mundo amou! Inclusive eu, que já tô considerando ficar com a nova juba definitivamente.

Achei que o cabelo novo pesaria e me causaria dor de cabeça, pelo menos nos primeiros dias. Na primeira noite, senti um pouquinho, mas um Tylenol deu conta do recado. Dormi tranquilamente, sem qualquer incômodo.

Tem a vida prática, que depois do mega conta com uns episódios engraçados, tipo o puxão no cabelo na hora de colocar a alça da bolsa no ombro, o cabelo que fica pra dentro da blusa e você esquece de tirar, a dor de cabeça que deu na primeira vez que amarrei o cabelo – gente, é muito fio!

Mas essas são histórias para o próximo post, quando vou continuar contando minha aventura da vida cabeluda: a primeira lavagem, como tô me virando no dia a dia e nas baladas e outras coisinhas mais.

Até semana que vem!

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