Vou ser honesta com vocês: sempre achei que esse negócio de mega hair era coisa de atriz ou pelo menos de mulher muito rica, que poderia passar horas no salão toda semana pra ajeitar a juba.

Diante do fato que as alternativas seriam apenas ser very very endinheirada ou andar com uma maçaroca de cabelo disforme plantada na cabeça (tipo Britney Spears, sabe como?), acabou que nunca me senti muito atraída por esse artifício do mundo cabelístico.

Mas eis que esse ano, depois de uma internação e muitos remédios pra tratar uma doença chatinha (mas já curada, yay!), me deparei com meu cabelo fraco e com um quadro de queda violento, que fez com que minha vasta cabeleira se transformasse em um punhado de fios frágeis e com pouquíssimo volume.

A ideia veio da Regina, que depois de me ouvir reclamar do cabelo fininho, sugeriu o mega hair, pra devolvermos o meu antigo volume. Ela me explicou que o método utilizado atualmente pelo salão é o de tela, que além de super prático e de fácil manutenção, não iria enfraquecer meus cabelos e muito menos ajudar a cair mais.

Na hora vieram na minha cabeça todos os preconceitos que tinha sobre o bendito, e conversando com a Leila algumas semanas mais tarde, descobri que sou apenas mais uma das mulheres que torcem o nariz para o mega hair. E a razão é a mesma: é muito bonito na tv e nas revistas, mas na vida real, vira aquela coisa esquisita que a gente vê por aí, em que o cabelo natural e o postiço se repelem como oleo e água sobre a mesma cabeça.

Foi aí que a gente se ligou de uma coisa muito interessante: que rola essa má impressão porque geral só sabe que a pessoa tá usando mega hair quando deu errado. Porque quando deu certo fica tão bacana e tão natural que só olhando, ninguém é capaz de dizer. E que dá sim pra manter um cabelo desses maravis sem grandes habilidades ou investimentos na vida real.

Então tivemos a ideia e topei o desafio: colocar um mega hair baphônico e usar durante um mês, contando aqui no blog, numa série de 4 posts, minha experiência no dia a dia. Pentear, lavar, escovar, tudo sozinha, sem pisar no salão.

Bora acompanhar?

Nessa terça-feira coloquei o bonito, como vocês já devem ter notado na foto lá em cima, hehe. Semana que vem, no segundo post, conto tudo sobre a colocação e os meus primeiros dias de cabeluda porém não – assim espero! – descabelada.

 

Até semana que vem!;)

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